sábado, 28 de janeiro de 2012

Moraes Moreira disponibiliza música em homenagem a Jorge Amado na internet


  • ?Feito Jorge Ser Amado? é parte do novo álbum do cantor, A Revolta dos Ritmos
    ?Feito Jorge Ser Amado? é parte do novo álbum do cantor, "A Revolta dos Ritmos"
O cantor e escritor baiano Moraes Moreira disponibilizou gratuitamente via internet a música “Feito Jorge Ser Amado”, uma homenagem ao escritor e seu conterrâneo Jorge Amado no ano do centenário do nascimento do escritor.
A canção, escrita em parceria com Fred Góes, faz parte do seu mais novo disco de Moraes, "A Revolta dos Ritmos". O álbum tem as cores, letras, sabores e ritmos da Bahia com muitas referências em suas letras a grandes nomes da cultura local, como Dorival Caymmi, Mário Cravo, Carybé, Pierre Verger e  Mãe Menininha do Ganto. 
 
"A Revolta dos Ritmos" terá 13 faixas inéditas e será lançado este ano pela gravadora Biscoito Fino.
 
Ouça “Feito Jorge Ser Amado” aqui

Fonte: Uol

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Comemorações em 2012 marcam o centenário do nascimento de Jorge Amado







O ano de 2012 será iluminado pela prosa solar e saudável de Jorge Amado. O motivo é a comemoração do centenário de nascimento do escritor baiano, que ocorre no dia 10 de agosto - ele morreu em 2001, quatro dias antes de seu aniversário. Uma ampla programação, que vai de exposição a tema de escola de samba, está prevista para celebrar o autor de Gabriela Cravo e Canela, aquele que, no entender da escritora Ana Maria Machado, foi capaz de trazer para a ficção contribuições positivas da sociedade, como o interculturalismo, a miscigenação, o hibridismo cultural.

A nova presidenta da Academia Brasileira de Letras, aliás, pretende transformar a sede da centenária entidade em palco para a literatura do autor baiano. "Queremos fazer uma revisão crítica da obra de Jorge Amado e abrir possibilidades para que outros também façam isso no Brasil e no exterior. Vamos ver como ele é recebido hoje", comentou.

Outro grande evento vai acontecer no Museu da Língua Portuguesa. Lá, em março, será aberta a exposição Jorge, Amado e Universal, que reunirá manuscritos, fotos e objetos do escritor. "Queremos apresentar um panorama de Jorge Amado, ou seja, oferecer elementos que ajudarão o visitante a compor uma imagem desse autor", conta Ana Helena Curti, coordenadora de curadoria, que contará ainda com Ilana Goldstein, consultora de conteúdo do projeto, e William Nacked, diretor coordenador. Todos terão o apoio da Fundação Casa de Jorge Amado, de Salvador, fiel mantenedora do acervo do romancista.

A exposição será interativa, ou seja, os visitantes vão dispor de sons e imagens - muitas delas acessadas pelo tato - que apresentarão aspectos da obra do autor de Dona Flor e Seus Dois Maridos. Para isso, é a figura do próprio escritor que conduzirá o público pelos corredores do Museu da Língua Portuguesa. O espaço físico será criado por uma dupla de craques, Daniela Thomas e Felipe Tassara. "O objetivo é mostrar que Jorge continua atemporal, seja em seus escritos, seja em suas atuações políticas e sociais."

A reedição da obra pela Companhia das Letras permite comprovar isso. Autora de um livro em que analisa a escrita amadiana (Romântico, Sedutor e Anarquista - Como e Por Que Ler Jorge Amado, lançado pela Objetiva), Ana Maria Machado defende a importância para a literatura nacional do romancista baiano, que fez a fusão amorosa entre o erudito e o popular, que erotizou a narrativa, que trouxe à tona questões sobre o não sectarismo, a miscigenação, a luta contra o preconceito e contra a pseudo erudição europeia.

Uma mistura tão heterogênea que explica o interesse da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense, que prepara seu próximo desfile inspirado nos personagens de Amado. Ainda na mesma linha popular, também justifica a decisão da TV Globo em novamente adaptar Gabriela no formato de novela, agora com Juliana Paes como a sedutora morena, com estreia prevista para agosto. Já na outra vertente, Jorge Amado vai inspirar debates comandados por intelectuais. Em todas as searas, ele continua irresistível.

Festejos:

Janeiro

Instalação de totem informativo em Salvador e outras cidades baianas

Fevereiro

O escritor será tema da escola de samba Imperatriz Leopoldinense; e O País do Carnaval será tema de camarote do circuito Barra-Ondina

Março

Abertura da exposição Jorge, Amado e Universal, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo; Lançamento de Navegação de Cabotagem, edição especial ilustrada (Companhia das Letras)

Maio

Lançamento de obra infantojuvenil, selecionada por Heloísa Prieto (Companhia das Letras)

Agosto

Estreia nova versão de Gabriela Cravo e Canela, na TV Globo; Jorge, Amado e Universal chega ao Museu de Arte da Bahia; Lançamento de Os Velhos Marinheiros, em edição comemorativa (Companhia das Letras); Lançamento de Jorge & Zélia, correspondência organizada por João Jorge (Companhia das Letras); Curso sobre obra de Jorge Amado, em Salvador

Setembro

Lançamento do livro A Comida Baiana de Jorge Amado, com palestra da autora Paloma Amado, em Salvador

Dezembro

Lançamento em caixa de Capitães da Areia, com DVD

Segundo semestre/2012

Estreiam as peças O Sumiço da Santa, direção de Fernando Guerreiro, e Novos Capitães, direção geral de Cecília Amado, Salvador; Musical Gabriela, Cravo e Canela, direção de João Falcão, no Rio 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A Secretaria de Educação e a ACATE premiam vencedores do I Festival de Curtas Digitais

Gustavo Lisboa, Fernanda Amorim, Eva Lima e Elma Kátia da Trifil
O concurso Pátria Amada da Secretaria da Educação do Município, chega a sua 11ª edição.
Uma parceria entre a secretaria e a ACATE, viabilizou a inserção do I Festival Estudantil de Curtas Digitais em 3 minutos,  junto com o concurso Luz, Câmera...Ação!
O evento que premiou os alunos da rede municipal, aconteceu  no auditório da FTC e contou com a presença de pais, professores e alunos e convidados.
Compondo a mesa estava o professor Gustavo Lisboa, secretário da educação, Fernanda  Amorim  diretora do departamento de projetos Integrados da Sec. da Educação, Eva Lima Diretora de Comunicação da ACATE e coordenadora do I Festival Estudantil de Curtas Digitais,  e Elma Kátia Leão, Enc. de Desenvolvimento Organizacional da Itabuna Textil SA-Trifil.
O tema do I Festival de Curtas foi “Irmão Jorge, 100 anos Amado” e teve duas duplas vencedoras.  O 2º Lugar ficou para Geovanna e Renata estudantes do CAIC, que participaram com o vídeo “Salve Jorge”. O 1º Lugar fico com as alunas Vitória e Sátila também do CAIC e participaram  com o vídeo “Jorge Amado”.
Pelo Luz, Câmera ...Ação!  e com o tema: “O homem e o meio ambiente” venceu a jovem  Renata de Jesus com o vídeo: “O que será de nós?”.

Fonte: ASCOM - ACATE-Itabuna

Para Conhecimento: Texto de ADELINDO KFOURY

Sexta-feira completou oito anos a morte de Jorge Amado, quando faltavam exatos cinco dias para completar 89 anos de idade. Embora mergulhado há mais de 60 anos na pesquisa histórica de minha terra, não sou pai de nenhuma verdade. Apenas tenho a responsabilidade de relatar fatos sobre os quais não me restem quaisquer dúvidas. A mim, interessa mais que o escritor seja brasileiro, que propriamente desta ou daquela cidade da Região Cacaueira.  Sou contra o ridículo bairrismo existente entre Ilhéus e Itabuna, pois entendo que as duas cidades, juntas, representam uma força poderosa no Estado da Bahia e, separadas, não passam simplesmente de dois conglomerados urbanos, paridos do mesmo ventre da Região Cacaueira.
Provavelmente no mês de agosto a mídia haverá de reservar muito espaço sobre a vida e obra desse que foi um dos mais badalados escritores brasileiros. Naturalmente que em nossa aldeia estaremos correndo o risco de novas especulações sobre sua verdadeira cidadania. Afinal, nasceu em Ilhéus ou Itabuna? Tenho em meus arquivos várias publicações de caráter didático, com circulação em todo país e utilizadas até em vestibulares, contendo informações absolutamente erradas sobre isso. O Grande Dicionário Enciclopédico Brasileiro, no seu volume 1, indicava como nascido em “Pirangi, município de Ilhéus”; o Dicionário de Biografias e Literatura, Editora Logos, dizia que nasceu em “Ilhéus-Bahia”; a Enciclopédia Século Vinte, Livraria José Olympio Editora, limitava-se dizer nascido em“Ilhéus”; a Enciclopédia do Estudante, da Abril Cultural, informava “nasceu em Pirangi, no sul do Estado da Bahia”; a Enciclopédia Delta Larousse definia como  “um escritor baiano”; a Enciclopédia Universo, Editora Três (Delta) dava conta de que “nasceu em Ferrados (com “o”)nas proximidades de Ilhéus, Município de Itrabuna (!)”. Embora tais publicações fossem oriundas de editoras responsáveis com endereço conhecido, nunca divulgaram qualquer retificação a pedido do biografado ou seus familiares… De minha parte, procurei repor-lhes a verdade através de correspondências prontamente atendidas, pois que em posteriores edições sanaram os equívocos.
Sem querer polemizar, simplesmente afirmo que não devem existir dúvidas, pois o nosso conterrâneo teve seu nascimento registrado nada menos que três vezes! Duas por seu pai João Amado de Faria e uma pelo tio Álvaro Amado de Faria. Também em meus arquivos, guardo as certidões autenticadas. O primeiro registro foi no dia 5 de junho de 1913, no Cartório de Antonio Lopes Oliveira e Silva, em Itabuna, Livro A-4, folhas 54-verso e 55, sob  número 303, dando como “nascido em 10 de agosto de 1912, no Arraial de Ferradas, neste Termo de Itabuna” e foi declarante “seu pai João Amado de Faria, tendo assinado como testemunhas Manuel da Silva e Leopoldo Freire”. Anos mais tarde, ou seja, no dia 25 de maio de 1917, ocorreu o segundo registro, no Cartório de Thadeu Correia da Silva, Livro A-8, folhas 39-verso e 40, sob número 1.359. Foi declarante também o próprio pai que deu o local de nascimento em “Ferradas, deste Termo de Itabuna, tendo como testemunhas Carlos Ramos e Cezar Campos”. O terceiro registro, que talvez tenha ensejado as maiores confusões, foi realizado em 11 de março de 1931, no Cartório de Américo Oliveira Lima, Primeiro Distrito de Paz de Itabuna, Livro 3-1, folha 231 com Termo número 516. A data denascimento foi a mesma, contudo já o declarante foi Álvaro Amado de Faria, irmão do pai de Jorge. O local do nascimento foi indicado como “neste Município de Itabuna e Fazenda Auricídia. Assinaram como testemunhas Francisco Fontes da Silva Lima e João Baptista Santos”. Diante de tais documentos não deve restar a menor dúvida de que Jorge Amado é itabunense. A quem argumenta que o município ainda pertencia a Ilhéus, desmente-se facilmente com o argumento incontestável de que desde 28 de julho de 1910 Itabuna já estava emancipada.  O que não se poderá esquecer é que ele saiu de Ferradas com alguns meses de vida.
Durante as muitas palestras que dou, surgem indagações sobre autenticidade do tombamento de uma casa em Ferradas, onde teria nascido o grande escritor. Sempre respondo que, em primeiro lugar, não tenho convicção se ainda existe tal imóvel, pois segundo depoimentos que tomei de antigos moradores da Vila, a enchente de 1914 praticamente arrasou aquela área, além do fato de que muitos afirmam ter ocorrido o nascimento na própria Fazenda Auricídia onde residia a Família Amado. Tal fazenda ficava nas imediações de Ferradas. Em segundo lugar, entendo que se deve fazer uma distinção entre o escritor brasileiro Jorge Amado e o itabunense Jorge Amado. Como escritor ele merecer todas as homenagens de qualquer cidade brasileira, pois é um nome de projeção internacional, com acervo de obras que engrandece qualquer povo.  Como filho de Itabuna, faço restrições, pois esta cidade sempre entrou em seus livros como pequeno e inexpressivo acidente geográfico ou complementação cenográfica regional.  Sou favorável, sim, a homenagens ao seu trabalho como escritor de temas regionais propagarem as terras do cacau. Tenho por ele uma grande admiração e confesso que posso ter sofrido sua influência nos meus trabalhos literários. Seria uma felicidade muito grande para mim, como filho de Itabuna, constatar que o grande romancista considerasse esta terra como seu berço natal. Afinal um município cuja história de lutas e sofrimentos engrandece qualquer pessoa, nas alturas onde estiver.  Aceitar o fato consumado de ser filho desta terra, jamais seria constrangedor para ninguém. Mágoas e ressentimentos por fatos desagradáveis ocorridos no passado, no máximo deveriam ficar restritos aos seus protagonistas. À terra, não.
Meu desejo muito sincero é que o escritor Jorge Amado seja considerado um filho de toda a Pátria Grapiúna. Na Carta Régia que criou a Capitania de São Jorge dos Ilhéus, D. João III em certo trecho determinou que “faz-lhe doação para sempre de juro e herdade, e para seus netos e herdeiros e sucessores assim descendentes, como transversais e colaterais das cincoenta legoas de terras…” Nossa Capitania enfrentou os séculos e os homens. Parece que a História a preservou para chegar aos nossos dias, porque a ela estava destinada a glória de gerar e parir a Região Cacaueira. Região que Deus premiou como berço do grande Jorge Amado. Não podemos esquecer que foi da antiga Capitania de Ilhéus que tiramos as nossas cidades, do seu ventre saíram Itabuna, Ibicaraí, Itajuípe, Buerarema, Coaraci e tantas outras, porque foi doado a todos nós “para sempre de juro e herdade e, para filhos e netos e herdeiros e sucessores” que somos eu e todos vocês queridos quasenheum leitores. Assim, entendo que Jorge Amado deva ser considerado filho da Grande Pátria Grapiúna, de todas nossas cidades, porque nem deveriam existir limites territoriais nestas bandas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Convite

Obra da rotatória em Ferradas segue em ritmo acelerado

Equipes da Prefeitura de Itabuna também realizam a limpeza do córrego de Ferradas, numa ação preventiva contra a proliferação do mosquito da dengue
Prosseguem em ritmo acelerado as obras de implantação da rotatória e urbanização do acesso de Ferradas para a BR-415 e de construção do Galpão Cultural Casa de Jorge Amado, cuja inauguração está prevista para 30 de novembro.
A execução das obras vem sendo acompanhada pessoalmente pelo prefeito Capitão Azevedo, que diariamente inspeciona o trabalho que mobiliza uma equipe de 70 homens da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e da Empresa Municipal de Águas e Saneamento.
O projeto executivo prevê, além das obras de terraplenagem e pavimentação asfáltica, a implantação de um quilômetro de meio-fio e de passeios, além da instalação de 17 postes de iluminação da rotatória e de um sistema de iluminação para pedestres similar ao que funciona nas avenidas Aziz Maron e Fernando Cordier, no centro de Itabuna.
Para execução das obras em Ferradas, a prefeitura está mobilizando caminhões trucados, retroescavadeiras, tratores, vibradores e compactadores, além de equipamentos para implantação do asfalto. O projeto da rotatória será complementado com a urbanização e paisagismo da área.
Também estão em fase de conclusão, de acordo com o cronograma da Sedur, as obras do Galpão Cultural Casa de Jorge Amado, já em fase de cobertura, reboco e acabamento.

Fonte: Radar Noticias

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

SOPA CULTURAL DIA 14 DE NOVEMBRO



Membros da Acodecc marcando presença na sopa Cultural no dia 14 de novembro, que contou com apresentação de músicos Holandeses.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

FERRADAS ENTRA PARA O DICIONÁRIO DE RUAS DE SÃO PAULO

Você sabia que existe um dicionário de Ruas para o Estado de São Paulo?
"Uma das condições básicas para o exercício da cidadania é ter um endereço, regularizado, oficializado e denominado"


Desde a antiguidade, o homem percebeu as muitas vantagens que havia ao aplicar um determinado nome aos locais por onde circulava, sejam aqueles próximos de suas moradas, sejam os mais longínquos. De fato, esta era uma questão muito importante pois assim as pessoas poderiam obter referências seguras de sua própria localização ou orientação num determinado território. Por conta disso a humanidade, aos poucos, acabou por denominar as montanhas, os vales, rios, florestas e, quando a sociedade se organizou em grupos, surgiram o nome de tribos, nações, reinos e países. Seguindo esse mesmo processo, os aglomerados urbanos - as cidades - também receberam nomes específicos e, no interior destas, os logradouros (ruas, praças, pontes, travessas, etc.) também foram identificados com denominações próprias e diferenciadas. 


Nesse ponto, a curiosidade nos leva a fazer a seguinte pergunta: de que maneira então as pessoas escreviam seus endereços? Alcântara Machado recolheu alguns deles em documentos dos séculos XVI e XVII. Assim, ficamos sabendo que os antigos paulistanos residiam "... pegado com Pedro Taques" "... junto à casa da Fundição", "... junto aos muros dos frades de São Francisco", "... defronte do Colégio", "... defronte do pelourinho",ou "... defronte a Cadeia". E isso bastava, pois os moradores localizavam-se uns aos outros com essas poucas informações


Posteriormente, apareceram alguns logradouros com uma melhor identificação: "a travessa que vai para as casas do defunto dom Simão", "a rua defronte de João Paes", "a rua em que mora Marcellino Camargo", "a rua em que tem casas Francisco Furtado". Apesar de localizarem-se no chamado centro velho da cidade, primeira área onde as ruas foram abertas, não conseguimos identificar esses antigos logradouros na atual geografia urbana de São Paulo.




Dentro deste contexto Alan Costa membro da ACODECC descobriu que existe uma rua em São Paulo com o nome de FREI LUDOVICO DE LIVORNO, o mesmo encaminhou uma nota ao site http://www.dicionarioderuas.prefeitura.sp.gov.br, acrescentando a contribuição que Frei Ludovico tem um papel importante na história de Ferradas, assim o site fez uma mudança no histórico relacionado ao Frei conforme abaixo:


Seja bem vindo ao Blog da ACCODEC!

"Eu continuo firmemente pensando em modificar o mundo e acho que a literatura tem uma grande importância. "
[ Jorge Amado ]

Associação Comunitária de Cultura e Cidadania de Ferradas, composta por jovens que lutam por um maior reconhecimento e valorização do Local. C
riada no ano de 2006 com a finalidade de ampliar o repertório atividades dos adolescentes e jovens, para que desenvolvam outras maneiras de resolver os conflitos e conquistar seus direitos: pela mobilização, e pelo diálogo. Além disso, buscam estimular a formação de lideranças que se engajem na transformação da comunidade.

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